terça-feira, 16 de setembro de 2008

De todas as viagens, aquela que mais curto é quando nao estou no meu proprio mundo. É poder viajar nos problemas alheios, encontrando caminhos e meios mais faceis e rapidos para a pessoa poder caminhar bem. Gosto de ser o "navegador" - como nos rallys - auxilinado a pessoa ao lado a ver as coisas com outros olhos, encontrar a serenidade e a paz para resolver qualquer problema.
Ai como é bom se distrar. Acho que nasci mesmo para ouvir, para aconselhar.
Mas eu sei que tbem tenho que enfrentar as dificuldades, e as das proximas duas semanas vai ser escrever redações e um projeto de artigo.
Agora me diga, pq o eu-lirico me persegue? Nao poderia ser um eu-jornalista, um eu-comentarista, um eu-sou-escritor-nao-poetico?
Ai ai...
Eu ainda acredito que tudo na vida tem solução, mesmo quando sao os meus problemas e eu nao as encontrou ou nao quero ver como resolver kkkk...
Eu tenho fé que vou perder esse trauma da caneta, a vou.

Um comentário:

Pollyanna Flower disse...

kkk o eu-lírico q está com vc deve ser o mesmo de um doido lá na unesp q escreveu a tese dele de doutorado (em letras.. kkk só podia ser) inteira em versos.. kkkk... E foi aprovado com honra!!! Rsrs...
Mas a gente não pode passar a vida inteira ouvindo... uma hora chega a nossa vez de falar. Então, q haja poesia no q vc disser! Pq palavras tanto tempo guardadas merecem vir a tona com estilo!!!
BJOS AMORE!!!