segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Não quero falar de flores
o dia não está tão bonito assim
Quero lavar a alma
na chuva que cai sem fim

Hoje não quero ser eu
Não quero você
Não quero enfim

Estou num momento sonhador
Perdido em sagas historicas
Lutando em corredores sem luz

Amanha volto a ser eu
Voltou a minha normalidade paranormal
Serei de cheiros e flores novamente
Lutarei guerras de gente grande
Realidade amarga, talvez

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

hoje recebi uma bomba ja esperada. Tentei me convencer esses dias que ela nao faria diferença, mas a viagem de volta me fez pensar, fez com que eu estivesse mais próximo de mim, sem máscaras, sem precisar fingir não precisar daquilo que eu mais queria, logo, todos os sentimentos vieram a mil.

Mas hoje, também, fui além, dei um passo na construção da minha autoconfiança, do meu amadurecimento e da minha vida de adulto-profissional. Hoje eu decidi aceitar uma matéria q não domino, que, na verdade, jamais sonhei dar aula sobre ela.

Enfim, não vou dar continuidade às aulas teoricas de processo penal - ficarei apenas com a prática - por motivos que não sei se entendo muito bem e, portanto, não convem comentar. Quando soube dessa possibilidade pensei que ficaria mal pelo dinheiro que ia diminuir e nao pelas aulas que eu tanto queria dar.

A resposta imediata que me veio para tentar nao me abalar foi: "o que eu nao posso perder é a aula de prática, o que eu tiver além dela é lucro, será apenas para me deixar feliz. O importante mesmo é preencher a atividade juridica"

Pois bem, agora a noite veio a mente: "eu nao vou dar continuidade ao trabalho que comecei, queria ver como meus alunos vao estar ano que vem; queria dar aula sobre prisões, como sempre sonhei"

Mas para toda janela fechada, uma porta é aberta. Assim, direito do trabalho é o que me espera para o ano que vem. Vou testar minha habilidade, meus estudos, minha memoria, minha capacidade para enfrentar desafios e o novo. É a oportunidade de perder medo de enfrentar o desconhecido com algo que eu realmente gosto de fazer, quem sabe assim eu fico mais tranquilo em fazer concursos e assumir um cargo que eu, hoje, tenho medo de não dar conta (por causa da maturidade) de fazr.

Estou desficando triste, tem apenas um motivozinho que preciso eliminar da cabeça para desficar por completo.
Ao mesmo tempo estou muito feliz de ter tido coragem de aceitar o desconhecido..

Vai entender, meu mundo é muito complicado para mim mesmo.

Tudo dará certo no final.

E como foi dito nas conversas com minha chefe e amiga ISa: "Eu sou foda e por isso vou conseguir. MElhor ainda: eu vou conseguir, eu to conseguindo, EU JÁ CONSEGUI".

Obrigado pela atençao.

VOU DORMIR

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Em determinados momentos ou dia de nossas vidas olhar para o céu é saber que um futuro de incertezas está chegando.
Hoje me vejo chegando a um quarto de século, aquela idade em que não estamos mais na infância ou adolescência, mas estamos engatinhando na vida adulta, em que qualquer passo em vão pode causar anos de atraso ou oportunidades perdidas.
Para o ano que vem eu quero continuar catando as peças do quebra-cabeça que é a minha vida. Já sai de peças amontuadas e misturadas para diversos montes organizados por cor, tamanha, lateral....
Hoje sou mais eu mesmo do que eu era ontem e assim vai.
Ano que vem pretendo me lançar em projetos que uma vez na infância nem foram iniciados por acreditar que eram besteiras, por não entender que o que os outros achavam não importava para aquilo que eu sabia que ia gostar.
Vamos ver, para esses projetos terem inicio outros serão abandonados, mas a vida é uma caixinha de surpresas, quem sabe o que me espera para o ano que vem.
Sei que pretendo continuar olhando para o céu, porque quando eu fazia isso e não sentia medo, o mundo mostrou que não controlo meu destino nem minhas emoçoes.
Acreditar e sempre ter fé é o meu lema, porque a cruz dos pecadores (não virei religioso) não é mais pesada do que eles possam carregar.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

de tudo um pouco, mas com sabor

Hoje acordei diferente.... FUI PARA AULA DO CURSINHO PELA SEGUNDA VEZ ESTE MES AEEEEEEE \o/.
Fui para o curso e vim para casa escovar os dentes. Fui para a dentista e de lá para o maravilhoso almoço com direito a rodizio de picanha (HERBALIFE).
Saindo de la, vim para ksa e fiquei corrigindo mono até a hra da psicologa.
Chego la, vou esperando, esperando, ficando puto, esperando, meia-hora se passando, esperando... puto...puto... puto... esperando...esperando...esperando puto...uma hora... deixo recado embaixo da porta:

O primeiro recado com errro: "Leda, tenho compromisso e nao posso esperar, nos vemos na segunda". Rasguei porque lembrei q segunda ela ia viajar.
Segundo recado, esse deixado: "Leda tenho compromisso e nao posso esperar, nos vemos na quinta".

Saio do consultorio e penso: PUTAQUEPARIU hoje é segunda... PORRA.

Após assinar meu atestado de RETARDADO... fui jantar meu HERBALIFE...

Depois aulinha de portugues, e agora estou aki.

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Mas o que teve de diferente hoje é que acordei com espirito critico e pensei em varias coisas para criticar o mundo, em especifico o brasil...

Brasil, um país em inauguração

Não importa a idade do cidadão brasileiro, alguma grande obra ele já deve ter visto ser inaugurada, seja qual for o regime político vivido ou qual "grande" governante esteja no poder. Importante mesmo é procurar saber quantas vezes tal obra já foi inaugurada e quando foi sua primeira grande festa.

Como se fosse uma obra de caridade ou o melhor ato de benevolência, seja uma praça somente asfaltada ou seja um grande "Tribunal Regional do Trabalho", o bem será inaugurando ainda na sua pedra fundamental, ou seja, ainda quando sobre o terreno existam apenas pragas e mato selvagem.

A pergunta que fica: por que reclamar se é tão bom festejar? Vamos festejar, então, a grande inauguração do "nariz de palhaço" que cada contribuinte usa; festejaremos as Casas do Povo e dos Estados, os nossos representantes que, de camorote, assistem ao show, com direito a rir de nossas caras e comem pipoca doada pelo circo "Brasil".

E para manter indagações, a dúvida: Por que não fazemos nada com tamanha desgraça? Acredito que ficar de mãos atadas e participar do show faz a vida parecer mais confortável, em troca, míseros trocados. Enquanto temos bolsas "Vitor Hugo" para uns dois, bolsas-família para quase todos, sem nos esquecermos de que já que é para família, "não há mal nenhum desviar um pouco desse trocado para enxer a bolsa de marca".

Palhaçada! Está na hora de batalhar por um país pronto. Exigir a expulsão de corruptos sem direito a renúncia ou reeleiçao. Chegou o momento de parar de receber esmola, de festejar "elefantes brancos", acabar com a ignorância de todos, sem exceção.
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Pronto, o momento desabafo passou (isso que dá ficar lendo revista)

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

De tudo ao meu tempo serei atento


Sem pressa sem meios

Serei para tudo eu mesmo



De pedras e tropeços

Caminharei na sombra e sereno

Meus pés serão meus guias

Meus olhos minha alegria



De todos os caminhos possíveis

Melhores são os inimagináveis

Deles terei medo, mas não os afasto



De modas e de pessoas

Serei meu senhor

Estarei sempre acompanhado

Mas poucos terão meu amor

domingo, 25 de outubro de 2009

O tempo passa rápido demais e fica dificil dizer o que está aconteceu.
Hoje, meu anivérsário, não sei explicar como me sinto, como estou e nem o que vou fazer. Uma sensação de que a vida é mais traiçoeira do que aparenta ser, uma vez que vai comendo os nossos dias em silêncio, deixando o caminho cada vez mais estreito e perigoso, cavando marcas em nossos rostos tamanha experiência, retirando dos nossos circulos pessoas (e animais) que nos davam sustentaçao, ficando a saudade como uma marca invisível e dolorosa.

Mas é também a vida uma bela fada, que nos agracia com presentes e dons que não sabemos definir e mensurar. Ao tempo que nos tira pessoas especiais, apresenta-nos anjos capazes de secar nossas lágrimas e apoiar nossa dor.

Hoje, mais velho, sinto falta da minha inocência e do tempo em que podia correr livremente no pátio da escola brincando de molhar os amigos com meu pequeno balde da coca-cola. O tempo passou e a vontade de jogar água permanece, mas o pátio já não é mais o mesmo e quem era cuidado, hoje cuida; perdi a inocência e sou responsável por aqueles que hoje se enxarcam e dão risada.

Pois é, fazer aniversario e aprender a contar os presentes e para isso não posso deixar de citar um ótimo livro: Harry Potter, uma vez que o primo deste jovem bruxinho aprendeu desde cedo a acumular e querer sempre mais agrados no dia do seu aniversario.

Faltou ao gordinho aprender uma pequena coisa: os presentes materiais são deliciosos e é muito legal recebe-los, mas o importante é reconhecer os presentes adquiridos durante o ano; todas as oportunidades e pessoas maravilhosas que foram acrescidas em nossas vidas.

Para tanto preciso deixar um breve relato:
Uma vez convidei duas grandes amigas para uma pequena confraternização, onde estariam os mais próximos. Uma confraternização feita por partes, porque outras seriam feitas, para outros próximos, para outras pessoas especiais.
E venho a pequena pergunta: Estes todos são só os mais próximos (20 pessoas)

A resposta é: sim e não.

Sim, porque para aquele momento aqueles eram os mais próximos, mas existem outros tantos queridos e amados que respeito e os quero próximo de mim.

Gente, nao importam as brigas, nao importam as circurnstâncias.... pessoas que me querem bem, que me fazem bem, que são boas de coração serão sempre próximas a mim não importa se o tempo ou a distancia me separe delas.

Saber que posso contar com minha familia e meus amigos é saber que estou mais próximo de Deus.

Por isso agradeço hoje pela familía maravilhosa que tenho e pelos amigos-anjos que me rodeiam.

Obrigaod por estarem ao meu lado.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Tristeza, agora sim

Hoje foi dia de mais um grande adeus.
Treze longos anos se passaram, anos de medo, carinho, sustos, alegrias. Anos acompanhando o crescimento de uma cadelinha super estilosa e com uma personalidade temperamental.
Com sua baixa estatura e sua postura intimidadora, a Fulika conquistou a minha família toda e afastou muitos amigos de minha casa.
Uma ótima cã de guarda, matou diversos pássaros, ratos e nos alertou de cobras no quintal. Enterrou nossas tartarugas, brigou com nossas empregadas e teve diversos filhos imaginários.
Não foi apenas um animal de estimação. A Fulika, assim como seu antecessor Nick Lauda, ocupou posto de integrante da família.
Ela tomava café da manhã antes de todos e participava de todas as refeições dando latidos que poderiam ser traduzidos facilmente como pedidos: "Agora é a minha vez", "me dê mais um pouquinho", "Eu também sou sua neta dona Maria", "Passa o queijo ralado, por favor".
A dona Fulika, saudades é um termo que pouco expressa o que vamos sentir, hoje foi novamente um dia nublado para a nossa família (Estou começando a nao gostar deles - dos dias nublados).
Não fui me despedir, mas sei que você sabe qual seria o tamanho da minha dor, sei que você sabe do meu carinho e amor, sei que você sabe que outra como você minha mãe não aceita mais (pq ela não quer mais sofrer).
Você foi muito querida. Um cheirinho no seu fucinho e um cafune atrás da orelha.




Bjos minha preta, a casa esta muito mais vazia sem você gordinha