terça-feira, 28 de junho de 2011

somos tantos e tão poucos. E sempre e nunca... E são todas essas palavras que ficam sempre confusas. A vida é toda essa mistura de tristeza e diversão. Vamos seguindo, as vezes partindo, muitas vezes ficando, nunca parando, para quem sabe talvez um dia encontrar aquilo que não sabemos oq, pq, nem onde. Não importa o tamanho da confusão, gostoso mesmo é sentir que se está vivo, nem que para isso seja necessario se fingir de morto para multidão. O texto é para ser essa loucura, pois quem nunca precisou ser louco para sentir um pouco o gosto da liberdade que somente a inocencia e a ignorância são capazes de dar aos sábios, que ora abstraem as verdades da vida ora se abstraem da vida para viver as suas verdades. E como podem ser grandes todas essas verdades, variantes errantes no coração de cada ser humano, não importa quantos as ouçam, serão elas sempre diferentes para cada um deles, não importa o momento, vez que o que não é mentira é que a verdade sempre muda de opnião a medida que muda de ouvido e se amolda ao coração. Veja como vão indo todas essas palavras, errantes para aqueles que curtem o que é exato, certeiras para aqueles que precisam apenas de uma virgula para entender uma razão. E as letras estão se unindo livres, sem esforço nem pensar, percebam como, embora o pensamento esteja solto, elas podem ficar bonitas se lidas sem vontade de se criticar. E voltamos para a vida, nós somos todas essa palavras, juntos somos tantos, isolados, tão poucos. Então para quê se isolar ainda mais? Diferenças sempre existem, veja o caso de pôr e por, para o leitor pode significar muita coisa, mas quem ouve nem se importa se aquele "o" é muito louco por se enfeitar. Então perceba que até quando se lê o texto escrito a palavra faz o som em sua cabeça e o som sempre é mais bonito que um texto escrito. Logo, se somos como as palavras, talvez até sejamos diferentes em nossas escritas, mas a verdade é que todos nós nos tornamos mais belos por sermos simplesmente o que somos.